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sexta-feira, 20 de maio de 2011

O CREPÚSCULO DOS DEUSES EGIPCIOS

O CREPÚSCULO DOS DEUSES EGIPCIOS


O Reino do Eterno não pode ser colocado dentro dos limites terrestres. O medo, o ódio e as injustiças voltarão a reinar e os homens sofrerão novamente. Seria melhor não ter vindo para que visse todo o mal que há sobre a Terra. Os exércitos podem destruir os Templos de Deus, pedra por pedra. Os sacerdotes podem apagar o nome Dele de todos os monumentos. Mas para destruir Deus, terão que arrancar todas as estrelas do céu e até mesmo o próprio céu para destruir seu Verbo"

(Akhenaton)


SIM! Existiu no Antigo Egito a inegável presença de uma raça diferente e misteriosa - assim como atestam alguns bustos e murais, além dos exames efetuados em certas múmias muito especiais. Tudo isso comprovado pela sempre constante evidência de um tipo sangüíneo raríssimo que se difundia entre a realeza. Na foto, podemos observar a estrutura craniana de um príncipe e também a de Tutankhamon, ambos os bustos originários da XVIII Dinastia Egípcia

Fator muito principalmente constatado em Akhenaton, o Iluminado por Deus, faraó também da XVIII Dinastia e que muito antes de Moisés e Cristo foi o primeiro a instituir o Monoteísmo no mundo! Esta alma iluminada cujas doutrinas estariam ainda hoje muitos milênios à nossa própria frente, declarou extintos a escravidão e os exércitos, proibiu o abate dos animais, fechou os templos do deus Amon, destituindo os seus corruptos sacerdotes e - extraordinário exemplo para os "desgovernantes" atuais - declarou a miséria como prova de ineficiência do Estado! Instituiu a Religião Cósmica, Universal, sob a égide de um Deus Único, Pai de todas as criaturas viventes, ao qual chamava ÁTON e cuja exteriorização visível era o próprio Sol, cujos raios benevolentes sustentavam a Luz, a Vida e o Amor por toda a face da Terra.

Aqui neste outro mural podemos constatar a notável diferença entre as duas raças que habitavam o NIlo. Observe a cabeça da personagem à direita e compare.

E veja sob um outro ângulo os Raios-X do crânio de Tutankhamon. Note-se não só o exagerado volume como também as estranhas características de um tipo humano no mínimo "diferente".

Outro expressivo exemplo: dois pequenos príncipes com as mesmas características cranianas. E note-se que isso era CONGÊNITO e não absolutamente um operação ritual, assim como certas tribos africanas realizavam, alongando as cabeças das crianças quando estas nasciam. E, aliás, quem sabe se este antigo procedimento bem poderia se tratar de uma emulação, ou uma espécie de homenagem à estranha raça que um dia dominou aquela que foi a civilização mais evoluída de toda a antigüidade?

A raça estranha e diferente, aliás, desde os primórdios daquela civilização se mantinha no trono, somente se perpetuando através de casamentos consangüíneos - isto é, salvo raras exceções realizados SEMPRE dentro da mesma família. As características mais notáveis dessa curiosa espécie humana podem ser vistas nestes milenares bustos de Akhenaton: além do crânio exageradamente grande (o que comprova imensa capacidade cerebral) e do tipo sangüíneo raríssimo, temos a conformação andrógina, o ventre proeminente e as ancas largas. Certos historiadores mais desinformados, na falta de uma explicação melhor, qualificam tais feições diferentes como "cavalares" e além de tudo rotulam Akhenaton como "epíléptico". Mas, se assim fosse, toda a estirpe da realeza egípcia, milênios após milênios, teria sido epiléptica? Não faz o menor sentido!.....

E a resposta para esta pergunta inverossímil é NÃO; decididamente NÃO! O egípcio comum, ou seja, a maioria da população, vivia normalmente e plenamente satisfeita nas suas necessidades sob governos benignos e verdadeiramente considerava tais criaturas como "soberanos divinos, filhos dos deuses", ou então os próprios "deuses" encarnados. Isso bastava para a sua compreensão. Era apenas e tão-somente o aspecto, digamos, exotérico do processo......

Uma vez que o esotérico, isto é, o oculto e não extensivel às massas, era, SIM, ciosamente guardado pelos sacerdotes e os mais altos iniciados que oficiavam nas câmaras secretas e nos bastidores mais recônditos e sagrados da civilização egípcia. Usando uma técnica primaríssima de Psicologia, os vistosos toucados usados pela realeza serviam exatamente para ocultar da plebe e dos profanos (aqueles não iniciados nos chamados mistérios) o fato que os seus soberanos tinham cabeças e até corpos diferentes. E que, portanto, representavam uma raça estranha e muito especial governando os seus destinos! O processo psicológico consiste em usar algo muito vistoso para atrair (ou distrair) a atenção. Um assassino profissional de hoje, por exemplo, poderia cometer um crime mesmo em meio a uma multidão, usando apenas uma roupa muito vistosa, ou talvez luvas em cores berrantes, já que as testemunhas nos seus depoimentos posteriores somente se lembrariam que o agente do crime usava "vistosas luvas vermelhas ou quem sabe um chapéu berrante", não podendo assim descrever seu tipo físico ou sequer seu rosto!!!

Hórus, o deus-falcão, antiqüíssima divindade que traz ao peito o Sol-Alado (a indelével "marca", o sinal dos grandes iniciadores extraterrestres) e também o escaravelho Kheper - símbolo de evolução! Este deus (igualmente e assim como todos os demais deuses do panteão egípcio uma forma exotérica - ou exterior - de velar profundos segredos sob formas alegóricas), era associado ao Sol, o nosso Astro-Rei - esotericamente o Divino Andrógino, ÁTON, O Duplo de Deus, O Doador da Vida e o Centro Maravilhoso de um ÁTOMO, ao redor do qual orbitam os planetas associados. Não somente no nosso sistema como também por toda a vastidão do Universo Vivente, nos seus mais diversos sistemas solares e galáxias, todos dotados de miríades de orbes..... Muitas delas, e exatamente assim como a nossa, habitadas !

O faraó, FILHO DO SOL, era considerado a encarnação do Deus Hórus no trono da vida. Essa misteriosa linhagem que desenvolveu o Egito transformando-o de uma simples terra de pastores nômades na mais fantástica e evoluída civilização da toda a antigüidade conhecida, infelizmente se perdeu ao final da XVIII Dinastia com o assassinato de Tutankhamon - ocasião em que o mundo entrou em trevas e todas as Sagradas Tradições tiveram que ser veladas, caindo o país na mais lamentável decadência, não só sob o domínio de sacerdotes inescrupulosos, dos guerreiros ambiciosos, dos aventureiros e dos materialistas, como também dos mais diversos invasores estrangeiros.

De acordo com as escavações arqueológicas efetuadas no local, assim era AKHET-ATON (O Horizonte de Aton), a cidade fundada por Akhenaton a cerca de 300 milhas rio acima de Tebas, para lá transferindo a capital do Egito. Separando o joio do trigo e para esses domínios partindo com todos os seguidores do Deus Único, o faraó inadvertidamente deixou um campo livre para os sediciosos que nas sombras tramavam a sua derrubada do trono. E assim foi. Comandando os exércitos revoltados que tinham sido dissolvidos, pois o Deus de Akhenaton abominava as guerras e o derramamento de sangue, o general Horemheb, sempre aliado aos sacerdotes corruptos, iniciou uma verdadeira inquisição egípcia, invadindo a cidade, torturando e matando cruelmente todos os seus habitantes. Após isso, ordenou que tudo fosse destruído e que não restasse pedra sobre pedra, o que infelizmente foi feito.

Alguns historiadores especulam que nessa ocasião o faraó Akhenaton teria sido, através de uma conspiração palaciana, envenenado pelo seu próprio médico particular. A sua múmia jamais foi encontrada ou sequer um túmulo que a ele fizesse referência. Mas, vamos ouvir o que dizem antigos e autênticos registros daquela própria época? "Uma luz no céu que parecia um segundo sol se aproximava. Na verdade, ela estava guardando a cidade de Akhet-Aten desde cedo naquele fatídico dia. Seu brilho aumentava na medida em que se aproximava do palácio real. Os saqueadores, atemorizados, ficaram estáticos, brandindo as suas armas manchadas pelo sangue. E o faraó, profundamente entristecido, entregou-se a um poder imenso e deconhecido. Nosso faraó Akhenaton foi a voz escolhida de Áton, pois o próprio Deus Único, como um disco flamejante, se aproximou da Terra e o levou, como se fosse um redemoinho de vento, sem voz. E Ele foi elevado, porque houve sublimes mãos que, de fato, O elevaram"

Tutankhamon, o último faraó dessa linhagem predestinada e sagrada (tenha sido ela atlante ou extraterrestre, o que no final das contas vem a ser a mesma coisa), de acordo com os mais antigos registros era um "Kheri-Khetau", ou seja, um "mestre dos mistérios"! Genro do imortal Akhenaton - ou então muito possivelmente FILHO - seu nome inicial era TUTANKHATON. Tendo, mediante a deposição de Akhenaton e em razão da linha sucessória, subido ao trono muito cedo foi forçado pelos inescrupulosos sacerdotes de Amon, ainda liderados nas sombras pelo abominável general Horemheb, a reverter o Monoteismo voltando o Egito ao cultos pagãos que começavam a perverter a sua sagrada religião. Obrigado militarmente a também mudar o nome para TUTANKHAMON (Imagem Viva de Amon) e restaurar a contragosto a idolatria, rebelou-se contra essa manobra suja tentando reviver os elevados princípios instituídos por Akhenaton, tornando-se então o alvo de uma intriga palaciana que culminou com o covarde assassinato enquanto dormia. De fato, a sua múmia apresenta os inegáveis vestígios de uma forte pancada na região da nuca - uma forma silenciosa e sutil de não chamar muito a atenção para a prematura morte do faraó aos dezoito anos de idade, "oficialmente" atribuída a uma doença rara! Montou-se então uma farsa com os velhacos e refinados vigaristas, os sacerdotes de Amon, chorando "lágrimas de crocodilo" e realizando um suntuoso funeral em agradecimento "àquele que restaurara os velhos cultos e a religião, reabrindo os templos fechados pelo hereje, aquele cujo nome é proibido pronunciar (Akhenaton)". E para oficializar aquela suja conspiração, sua jovem e linda espôsa, Ankhsenamon, foi obrigada a desposar um sacerdote velho e decrépito (cujo nome era Ahi), tornando-o assim um faraó impostor - este, aliás, logo depois deposto (ou talvez assassinado juntamente com a rainha) pelo infame general Horemheb, filho bastardo de um fabricante de queijos, que dessa forma se tornou o primeiro "faraó" das lamentáveis trevas que desceram sobre o mundo, e, por conseguinte, o hediondo precursor da total decadência egípcia.

Na sua tumba de número 57 no Vale dos Reis, podemos ver o mural que mostra "Horemheb, o amado de Amon", na verdade um impostor usando os atributos que deveriam pertencer a um autêntico e legítimo faraó egípcio, prestando adoração a Hórus "Grande deus, rei dos deuses, senhor dos céus" e também a Hator "Rainha de Tebas, senhora de todos os deuses, dona dos céus". Na verdade uma profanação aos deuses egípcios e a tudo aquilo que eles verdadeiramente representavam e que ele certamente desconhecia, ou mesmo pérfida e hipocritamente desprezava!

E para que possamos completamente entender esse declínio sofrido pela outrora prodigiosa Civilização Egípcia, será necessário recuar para bem antes da XVIII Dinastia. O Egito era habitado por um povo pacífico, avesso às guerras e vivendo em paz e harmonia. Contudo, a riqueza do país (as antigas crônicas diziam que lá o ouro era tão abundante quanto as areias do deserto) logo despertara a cobiça dos povos bárbaros. De fato, várias invasões externas ocorreram, dividindo o país e até mesmo fazendo com que alguns governantes estrangeiros asumissem ao poder, como foi o caso dos Hicsos. Isso veio a forçar a criação e o fortalecimento de exércitos para a defesa das fronteiras e a conseqüente expulsão dos invasores, inclusive mediante a perigosa contratação de mercenários estrangeiros. Assim, criou-se uma nova e poderosa classe que logo se associou aos sacerdotes corruptos que veneravam o deus Amon (foto), a qual por força do seu domínio logo criou "um estado dentro do estado", impondo as suas regras até mesmo aos legítimos governantes do país, os quais apenas e obrigatoriamente a tolerava. A reação contra essa classe daninha e perniciosa começou com Tutmóses III e culminou com o reinado de Akhenaton que os baniu, fechando seus templos, extinguindo os exércitos e impondo a crença em um Deus Único. Logicamente, a reação contrária logo surgiu, através das associações destes com invasores externos e até mesmo mediante o açulamento da plebe contra o governante. Tutankhamon, legítimo sucessor da antiga linhagem ao trono do Egito, era o último obstáculo às suas tenebrosas aspirações e, portanto, deveria ser discretamente eliminado. Daí para a frente, o culto materialista e pervertido ao deus Amon tomou conta do país, assumindo os posteriores governo.

Nestes relevos situados em Karnak, Ramsés II vergonhosamente se ajoelha diante da imagem de Amon (o que, em outras palavras, significava a total submissão aos seus gordos e luzidios sacerdotes), segundo as inscrições rogando "que o deus lhe fosse favorável nas guerras que cada vez mais aumentavam e mantinham o poderio do Egito" . Como de fato, a partir da subida ao trono de Horemheb, e portanto com o início da XIX Dinastia, o Egito tornou-se um país beligerante, agressivo, conquistador e invasor - ao contrário dos seus primórdios, quando em paz e desenvolvimento era sustentado material e espiritualmente pelos Altos Iniciados e pelos seus benéficos governantes, agora abertamente manipulado pelo ambicioso e corrupto clero de Amon, sempre ávido pelos saques, pelas conquistas e pelas pilhagens que cada vez mais aumentavam os seus tesouros. Retornaram também ao Egito a escravidão, o aumento escorchante dos impostos e muitas outras mazelas que há muito se tornaram extintas. As guerras geraram outras guerras, muitos revides. E, como aliás seria de se esperar, o lógico e inevitável preço dessa desastrosa política foi muito elevado. Daí por diante, o Egito foi até mesmo derrotado, invadido e governado por várias falsas "dinastias" sob os etíopes, babilônios, assírios, gregos, persas, macedônios (os chamados Ptolomeus), e finalmente os romanos.

Porém, tudo aquilo que é Sagrado jamais morrerá ou será totalmente extinto pelas abomináveis forças das trevas. A Antiga Tradição permaneceu velada, apenas adormecida - porém viva, atuante. Esperando apenas e unicamente que se cumpra a inelutável Justiça Cósmica - Impessoal, Eterna e que, conforme disse O Nazareno, aquele que foi o maior de todos os Mestres, a cada um seja dado conforme as suas próprias obras!

Portanto, Prezado Visitante, agora mais do que nunca, a escolha será também SUA! A Religião Cósmica, Universal, conforme pregada pelo imortal Akhenaton adorava um Único e Verdadeiro Deus, Pai Amoroso de Todas as Criaturas Viventes - O Mais Aparente, apesar de ser Inaparente! Seu culto, a sua fervorosa adoração, não era realizada em soturnos templos mas, sim, a céu aberto e em plena luminosidade, e da mesma forma não permitia a idólatra veneração de imagens. A reencarnação é um fato, uma verdade que, aliás, hoje a Ciência de Vanguarda já admite. As Egrégores, vibrações mentais unificadas de todas as épocas, igualmente se reencarnam e assim retornam através dos tempos. A maioria delas perniciosa, ao passo que outras, poucas por sinal, benéficas e bastante elevadas. No Antigo Egito, o nome do deus idólatra Amon era pronunciado AMEM. E ainda hoje, milhares de vezes por dia, o seu execrável nome é em coro e inadvertidamente invocado pelos fiéis em determinados templos. Por isso, o verdadeiro Iniciado, o autêntico Mestre e também todo aquele que SABE, JAMAIS pronuncia esta palavra pois estará, assim também, invocando e fortalecendo a sinistra égregore dos sacerdotes corrompidos e materialistas de outrora. Os antigos egípcios diziam que pintar a imagem do deus, ou mesmo pronunciar seu nome, era o mesmo que revivê-lo - uma grande verdade!!! Portanto, tudo volta e exerce novamente as suas nefastas, ou benéficas, atividades, porém sob novas e diferentes roupagens. Por conseguinte, use VOCÊ TAMBÉM a sabedoria: ao invés dessa palavra que há muitos milênios usurpou e extinguiu um antigo e muito sublime ponto focal de Luz, por que não usar nas suas orações a correta expressão "ASSIM SEJA" ?

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