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terça-feira, 3 de maio de 2011

A BÍBLIA POR UMA VISÃO MAS MODERNA



Este artigo trata-se de uma reinterpretação da Bíblia segundo uma visão ufológica. Aqui você encontrará reinterpretações dos principais acontecimentos Bíblicos os quais já foram relatados e estudados. Este tema será abordado em 6 partes para o melhor entendimento de todos os nossos amigos leitores. Esperamos que gostem! Aproveitem essa, 

Lembrando que este artigo não tem a intenção de ferir nenhuma crença religiosa e muito menos promover alguma religião ou algo parecido. A nossa intenção aqui é apenas dar uma nova visão de acontecimentos que remontam à nossa historia como seres humanos nesse planeta e de uma certa forma, são os registros antigos mais lidos em todos os tempos. O que aconteceria se interpretássemos certos fatos da Bíblia sob uma visão ufológica? O dilúvio, os anjos, os milagres ou as gloriosas visões dos profetas ganhariam um sentido desconcertante. Poucas pessoas tentam fazer uma leitura diferente da Bíblia, explorando o seu sentido de documentação histórica, cheia de informações sobre o passado do homem.
Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer que a Bíblia, não é um único livro. São dois agrupamentos. O primeiro contém 46 livros, e o segundo, 28 livros. A união do Velho Testamento com o Novo Testamento (posterior ao nascimento de Jesus) é uma decisão relativamente nova do Cristianismo. E uma leitura mais atenta, mostra que os dois testamentos têm pouco a ver um com o outro. Além disso, traduções foram muito alteradas tanto por autoridades israelenses, quanto pelo Vaticano. De qualquer forma, quem procurar na Bíblia UFOs/OVNIS, seres extraterrestres, monstros e gigantes, achará! Existe uma leitura que permite ligar a Bíblia a tantos outros documentos (Mesopotâmia, por exemplo), como um testemunho de influência extraterrestre no passado de nossa civilização. Por exemplo, observemos Gênesis, relembrando o Capítulo I: “No princípio, Deus criou o Céu e a Terra. A Terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam o oceano e um vento impetuoso soprava sobre as águas. Deus disse: “Faça-se a luz!”“. E a luz se fez. Deus viu que a luz era boa, e à luz Deus chamou de “dia”, às trevas chamou de “noite”. Depois Deus separou os oceanos, criou a vegetação, as estrelas, os animais, o homem, e “descansou”, no sétimo dia de trabalho. Depois criou o Jardim do Édem, e lá plantou Adão e Eva. Isso todo mundo conhece. Mas há um detalhe que as igrejas e sinagogas não revelam: que a expressão “DEUS” é uma padronização de diversos nomes que constam nos originais do Velho Testamento. O “DEUS” de Moisés é uma tradução da palavra “IAVÉ”; o “DEUS” da criação é uma tradução da palavra “ELOIN”, cuja tradução significa “DEUSES”. Portanto, no princípio os deuses criaram o Céu e a Terra! Acontece que esses deuses que criaram o Céu e a Terra, e todas as coisas, para colocar no centro de tudo o homem, são muito diferentes dos “ELOIN” que criaram Adão e Eva. Os que criaram o Universo, de repente se instalam num pedaço da Terra chamado Éden, retiram Eva de uma costela de Adão e passam a ter atitudes humanas demais. Em Gênesis, cap.3, vers. 8, está o seguinte trecho: “Ouvindo o ruído do Senhor Deus, que passava pelo jardim à brisa da tarde, o homem e a mulher se esconderam...”. Afinal, que Deus onipotente, onisciente e onipresente é esse que precisa passear por um jardim à brisa da tarde?
 
A questão da serpente é muito controvertida. Ela é considerada por inúmeras civilizações, de praticamente todos os continentes, como o símbolo de seres voadores e também está associada aos “que trouxeram o conhecimento aos homens”, sendo uma figura mitológica presente, em inúmeras tradições, tal como a do grego Prometeu, mas, principalmente, dos povos da Mesoamérica. Para os adeptos da Astroarqueologia, o “Deus” que criou o Universo é um, talvez uma interpretação (de base cabalística) para o surgimento do Universo, da Terra e do homem (no centro de tudo); e o “Deus” que criou Adão e Eva parece mais próximo da tradução de “ELOIN”, ou “deuses”.
 Eva comeu o fruto oferecido pela serpente, que foi então condenada a “rastejar” (teriam os tripulantes amotinados sido presos à superfície terrestre?). E Adão e Eva, foram expulsos do laboratório? A experiência teria sido suspensa? É importante levar em conta que o que parece ter acontecido em dias, de acordo com a narrativa bíblica, pode ser a condensação simbólica de centenas, milhares de anos. Muito tempo pode ter passado entre a expulsão do paraíso e esta cena descrita no Gênesis, cap.6, vers.1: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na Terra e tiveram filhos, vendo os “Filhos de Deus” que as “filhas dos homens” eram bonitas, escolheram para esposas as que entre elas mais lhe agradavam (...) havia então, “gigantes” na Terra, e mesmo depois que os “Filhos de Deus” se uniram com as “filhas dos homens” e lhes geraram filhos. São eles os heróis famosos dos tempos antigos”. Se substituirmos DEUS por DEUSES, por visitantes extraterrestres, a narrativa poderia ser mais elucidativa? Comparando-a com a Epopéia de Gilgamesh, encontramos muita ‘coincidência’. Em seguida vem o dilúvio, que também é citado e descrito por diversas tradições de muitos povos da América, da Índia ou da Europa. O Dilúvio parece ter sido uma decisão dos “deuses” de eliminar uma experiência degenerada. Suas várias versões sugerem isso. Na Bíblia, as atitudes de “DEUS” estão cheias de decisões contraditórias. Por exemplo: Um “Deus” não se arrepende do que faz, mas o “Senhor” se arrependeu de ter feito o homem na Terra e ficou com o coração magoado, diz Gênesis, cap.6, vers.5.
 Fragmento da Epopéia de Gilgamesh
Mais adiante, ainda no Gênesis, cap.18, o “Senhor” surge de forma muito humanizada durante o episódio que envolve a destruição de Sodoma e Gomorra. O patriarca Abraão recebe a visita de três “enviados do Senhor” que o avisa sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. Dois dos “anjos” vão a Sodoma e Gomorra e lá encontram Ló, que lhes oferece um jantar. “Ló insistiu muito com eles, de modo que foram com ele para casa, onde lhes preparou um jantar e alguns pães, e eles comeram. (Gênesis, cap.19, vers.3). Afinal, que “anjos são esses que jantam”? O povo de Sodoma e Gomorra decide invadir a casa de Ló para conhecer os dois visitantes. E Ló oferece suas duas filhas virgens para que os populares deixem os “anjos” em paz. Mas a multidão resolve atacar de qualquer jeito. E os “anjos” cegam os atacantes. Cegaram como? O resto é conhecido. Ló fugiu da cidade e o “Senhor” fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. Destruiu as cidades e toda a região, junto com os habitantes e até com as plantas da terra. A mulher de Ló olhou para trás e virou estátua de sal. (Gênesis, cap.19, vers.24 a 26).


 Esta descrição é considerada pelos adeptos da História Aberta como um tipo de explosão semelhante à produzida pelas bombas nucleares. A verdade é que a região de Sodoma e Gomorra afundou ás margens do mar Morto, que hoje retém a maior concentração de sal conhecida. Em Gênesis, cap.32, Jacó luta com um “anjo”, querendo que ele o abençoe. Terminada a luta, Jacó diz: “Vi a Deus face a face”. Em seguida, o Velho Testamento desvia a sua atenção para o Egito, onde José, filho de Jacó, é vendido como escravo e passa a progredir na corte do Faraó. (Já foi encontrada a casa de José, onde inclusive também foi encontrado seu anel, com o qual ele detinha poder). E assim começa a grande saga da construção do povo judeu, relatada no livro do “Êxodo”. “DEUS” deixa de significar “ELOIN” para se transformar em “IAVÉ”.
 Plínio Rollin de Moura
“IAVÉ” é bastante diferente dos “deuses” citados anteriormente. Ele age de forma calculista e vingativa, de forma a colocar os hebreus a seu serviço, como o “seu povo”. O estudioso Plínio Rollin de Moura formulou uma teoria interessante sobre “IAVÉ”, que nos faz pensar: “IAVÉ” seria a serpente que provocou a “queda do homem”, e teria sido condenado pelos colonizadores do espaço a permanecer preso durante muitos séculos. Solto. “IAVÉ” parte para a vingança utilizando-se de Moisés e do povo judeu como instrumento de sua expansão. Moisés (filho de um casal da tribo de Levi) é adotado pela filha do Faraó durante o período em que os judeus estavam escravizados pelos egípcios. (ainda não temos provas arqueológicas desse cativeiro). Um dia, no Monte Horeb, “apareceu-lhe o anjo do Senhor” e ordenou-lhe que libertasse o povo judeu e o fizesse sair “desse País, para uma boa e espaçosa terra onde corre o leite e o mel!” (Êxodo, cap.3, vers.8) E “IAVÉ” garante também a retirada, “de modo que, ao sairdes, não ireis de mãos vazias”, mas cheios de prata, ouro e vestidos. Em seguida, usando Moisés como porta-voz, o “Senhor” transformou a vida do Faraó (e do Egito) num horror de pragas e desastres forçando-o a liberar os hebreus. O Faraó acaba concordando e 500 mil judeus partem para a Terra Prometida, através de um longo desvio na Península do Sinai. Nessa travessia, “IAVÉ” providencia todo o apoio logístico. “O Senhor os conduzia, de dia, numa coluna de nuvens, de noite, numa coluna de fogo para iluminar”. (Êxodo, cap.13, vers.21). Quando O Faraó resolve agir em perseguição aos judeus, Moisés os tranqüiliza: “O Senhor combaterá por vós, podeis ficar tranqüilos”.
 Então o “anjo”, que estava na vanguarda das tropas de Israel, foi para a retaguarda. A coluna de nuvens que estava na frente postou-se atrás, metendo-se entre as tropas do Egito e as leis de Israel. Na vigília da manhã, de cima da coluna de fogo e de nuvens, o “Senhor” lançou um olhar sobre as tropas egípcias e as pôs em pânico. (Êxodo, cap.14, vers.24). Que “DEUS” é esse que protege a um só Povo e massacra outro com requintes de crueldade? Que “DEUS” é esse que participa pessoalmente de uma batalha usando um veículo aéreo? (As nuvens, a coluna de fogo). Que “DEUS” é esse que desapropria terras de outros povos e as entrega a um único povo escolhido por Ele? Que “DEUS” é esse que exige sacrifícios intermináveis e estabelece leis repressivas? E, por fim, que “DEUS” é esse que ameaça extinguir seu próprio povo quando este desobedece às suas ordens? Os livros que formam o Velho Testamento foram selecionados sob critérios que interessavam à Igreja durante determinado período da História.

Um pouco mais adiante, no Novo Testamento, lemos em Apocalipse ou Revelação Cap. 1 Vers.7, onde diz sobre a volta de Cristo: "Eis que vem com as nuvens e todo olho o verá (...). E todas as tribos da terra se baterão em lamento (...)" Não é isso uma descrição vívida sobre a revelação da real identidade de Jesus Cristo hoje cultuado como Deus pelas religiões? Essa volta provavelmente será uma discrepância no que tange à crença na pessoa de Jesus!
Esse "se bater em lamento" quer dizer justamente isso, que Jesus não é um Deus no sentido literal da palavra, ou seja, Divino, e sim um astronauta alienígena. Quanto será decepcionante para as pessoas religiosas descobrir tal verdade! Realmente será para se lamentar...
Mas antes, vejam essa imagem e pensem um pouco sobre ela... o que lhes parece?
A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta?
Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador. Tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto! Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?!

Dom Fernando Pugliese
Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um OVNI. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET - apenas discos voadores -, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.
 Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro “Extraterrestrials Took me to Their Planet” (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.
Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings (A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos (isso me lembra o filme “O dia em que a Terra parou"). Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel que foi visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era "o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica". Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido "levado para o céu no interior de um objeto voador".

Anjo Gabriel
Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, "200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes", conforme já mencionei no inicio do tópico. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna. As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos.



3 comentários:

  1. Quando Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas e o plantou no Jardim do Éden, antes que as árvores já haviam brotado (Gênesis 02:7,8 e 9), e no mesmo capítulo em seu versículo 15, reafirmou que Deus pôs o homem no Jardim do Éden para o guardar e lavrar.

    Diante de tais informações Bíblicas, devemos indagar se antes de ter as árvores brotado e já estando o homem no Jardim do Éden, em que parte dele o homem ficou alojado, uma vez que somente no versículo 15, ele foi definitivamente colocado no jardim.

    O homem tinha duas atribuições, a de guardar e lavrar o Jardim do Éden, mas guardá-lo de quem se ele era o único homem sobre a face da terra?

    Agora no livro de Gênesis em seu Capítulo 03:23, Adão e Eva foram lançados para fora do Jardim de Éden para lavrar a terra de ele (Adão) havia sido tomado, então concluí-se que o pó da terra que formou Adão, não era o mesmo do Jardim do Éden.

    Assim, o Jardim do Éden deveria ser um local a parte do local para onde Adão e Eva foram lançados do Jardim, podendo supor que era uma outra dimensão.

    Retornando ao princípio, quando Adão caiu em sono profundo, e dele ter sido retirado uma costela, da qual Deus formou Eva, e que depois a levou-a até Adão (Gênesis 02:21-22), concluiu-se que a costela foi levara para outro local, distante de onde estava Adão, pois Deus levou-a até Adão depois, assim, Eva foi o primeiro experimento humano de laboratório.

    Deus pôs querubins ao oriente do Jardim do Éden e uma espada inflamada, que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida (Gênesis 03:24), assim, da para concluir que os querubins, eram sentinelas que ficava no Portal do Jardim do Éden para evitar o retornou de Adão e Eva, portanto, o Portal deve ali estar a nossa disposição até hoje, devendo estar numa outra dimensão. Quanto à espada inflamada, ela era algum dispositivo eletrônico, automatizado e computadorizado, pois não estava sendo segura por nenhum querubim, mas sim a espada andava ao redor para guardar a árvore da vida, do que posso supor que ela levitava, flutuava, tendo sido programado para defender à árvore da vida.

    Retornando, agora ao primeiro capítulo de Gênesis, em seu versículo 26, notamos que quando Deus criou o homem a sua imagem e a sua semelhança, ele não o criou o pó da terra, tendo criado o homem somente à Sua imagem, e não à Sua semelhança, pois no versículo 27 deste mesmo capítulo, Deus repete duas duas vezes que criou o homem à Sua imagem, criando macho e fêmea [homem e mulher], ou seja, de um único ato de criação, criou o homem e a mulher, e ambos tinham a incumbência de dominar sobre todos os animais que estavam sobre a face deste planeta.

    Quanto a Adão, ele tinha a incumbência de guardar e lavrar o Jardim do Éden, portanto, Adão não foi feito a imagem de Deus, sendo Adão um ser humano destinado a serviços inferiores, enquanto ao homem criado a imagem de Deus, deveria dominar sobre todos os animais, e até sobre o próprio Adão.

    Os filhos de Deus, àqueles mesmos, que foram criados a imagem de Deus, são mencionados no Capítulo 06:02 do livro de Gênesis, pois ao verem que as filhas dos homens era belas, tomaram-nas para si, as que escolheram e mantiveram relação sexual com elas, que vieram a engravidar e dar filhos (Gênesis 04:04).

    No mesmo capítulo 04:04 do livro de Gênesis é mencionado que haviam gigantes sobre a terra. E em Gênesis capítulo 06:21, Deus através do dilúvio exterminou todo animal e todo o homem, sobre a face da terra, com exceção aos filhos de Noé e dos animais que ele pôs dentre de sua arca. Dando continuidade, no livro de Números capítulo 13:28 e 33, é citado que um dos povos que habitavam a terra prometida era muito grandes e gigantes, todos filhos de Enaque, do que então concluo que no dilúvio, nem todo homem morreu naquele cataclismo, dentre eles sobreviveram os gigantes mencionados em Gênesis 04:04. Nada mais.
    Paulínia, SP., em 15 de maio de 2013
    CARLOS ALBERTO GRANITO

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  2. Alguns teóricos dizem que a lua seria um satélite artificial,talvez o dilúvio tenha ocorrido com o manuseio dessa ''nave'' pois a lua influencia nas mares de acordo com suas fases

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    1. Segundo Isaac Asimov seria improvável que a Terra teria forca para atrair a nossa lua de uma forma natural

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